Gordura no fígado: saiba por que é vital proteger o órgão da condição

Um dos órgãos mais importantes do organismo, o fígado participa da maioria das funções metabólicas do corpo humano, incluindo a digestão de gorduras, absorção de nutrientes e até eliminação de substâncias tóxicas. Por isso, quando é atrapalhado por alguns fatores, como o excesso de gordura no sistema hepático, ele não cumpre seu “trabalho” da forma adequada.

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Também conhecida como esteatose hepática, a gordura no fígado é uma condição silenciosa que provoca acúmulo de gordura nas células do órgãos. Sem tratamento adequado, o quadro pode evoluir para complicações mais graves, como inflamações, cirrose e até aumentar o risco de câncer de fígado.

“É importante lembrar que há uma estimativa de que 40% da população brasileira possui algum grau de gordura no fígado. É uma doença silenciosa, sem sinais ou sintomas específicos. Ao ser diagnosticado com a doença, sempre procure avaliação médica especializada e, assim, receber as orientações adequadas”, ressalta o hepatologista Henrique Rocha, do Hospital Brasília Águas Claras.

Como proteger o fígado

Ingerir alimentos ultraprocessados em excesso e se movimentar pouco favorece o acúmulo de gordura nas células hepáticas. Outro hábito prejudicial é a utilização indevida de analgésicos e outros medicamentos, que podem machucar o fígado e impactar sua capacidade regenerativa.

4 imagensA condição de gordura no fígado acomete 30% da população mundial, segundo o artigo Alterações na função hepática podem provocar distúrbios do sono, como insônia, sonolência diurna e ciclos de descanso irregularesNo início, as manifestações costumam ser inespecíficas, como cansaço, fraqueza, perda de apetite, náuseas, sensação de inchaço abdominal ou desconforto do lado direito do abdomeFechar modal.Logo Metropoles Branca1 de 4

A esteatose hepática é popularmente conhecida como gordura no fígado

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A condição de gordura no fígado acomete 30% da população mundial, segundo o artigo

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Alterações na função hepática podem provocar distúrbios do sono, como insônia, sonolência diurna e ciclos de descanso irregulares

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No início, as manifestações costumam ser inespecíficas, como cansaço, fraqueza, perda de apetite, náuseas, sensação de inchaço abdominal ou desconforto do lado direito do abdome

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Para proteger o órgão é essencial adotar um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios físicos regulares, uma rotina alimentar equilibrada, além de reduzir o consumo excessivo de álcool. As medidas são atitudes capazes de prevenir ou melhorar o cenário de quem já está com gordura no fígado.

“Em geral, quando o paciente adota mudanças consistentes de estilo de vida – com alimentação equilibrada, perda de 7% a 10% do peso corporal e prática regular de exercícios – já é possível observar melhora significativa nas enzimas hepáticas e na quantidade de gordura no fígado em cerca de três a seis meses”, revela a gastro-hepatologista Natália Trevizoli, do Hospital Santa Lúcia Sul, em Brasília.

A médica ressalta que o tempo de recuperação não é uma “receita de bolo” e pode variar de acordo com a particularidade de cada organismo. Em casos mais leves, esse costuma ser o período esperado. Já em quadros mais avançados, como inflamação ou fibrose, a melhora é mais demorada.

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