Dono do Master, Daniel Vorcaro presta depoimento à Polícia Federal

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa e o diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino, prestam depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles começaram a ser ouvidos por volta das 14h.

Daniel Vorcaro foi o primeiro a chegar, após desembarcar no Aeroporto de Brasília na manhã desta terça-feira (30/12).  Foi ele, também, o primeiro a prestar depoimento.

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As oitivas, conduzidas pela delegada Janaína Palazzo, da Polícia Federal (PF), ocorrem na sede do STF. Um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, acompanha os depoimentos.

O foco, de acordo com Toffoli, que marcou os depoimentos, é entender as tratativas envolvendo a suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito ao BRB.

6 imagensDaniel Vorcaro foi o primeiro a chegar, após desembarcar no Aeroporto de Brasília na manhã desta terça-feira (30/12)Um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, acompanha os depoimentosO foco, de acordo com Toffoli, que marcou os depoimentos, é entender as tratativas envolvendo a suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito ao BRBA expectativa é que, após ouvir os três, a PF avalie a necessidade de uma acareação, procedimento que poderá ser realizado ainda nesta fase para confrontar versões apresentadas durante os depoimentosEmbora a acareação tenha sido inicialmente determinada por Toffoli, a decisão final sobre sua realização caberá à investigação policialFechar modal.MetrópolesAs oitivas, conduzidas pela delegada Janaína Palazzo, da Polícia Federal (PF), ocorrem na sede do STF1 de 6

As oitivas, conduzidas pela delegada Janaína Palazzo, da Polícia Federal (PF), ocorrem na sede do STF

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoDaniel Vorcaro foi o primeiro a chegar, após desembarcar no Aeroporto de Brasília na manhã desta terça-feira (30/12)2 de 6

Daniel Vorcaro foi o primeiro a chegar, após desembarcar no Aeroporto de Brasília na manhã desta terça-feira (30/12)

Reprodução/GlobonewsUm juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, acompanha os depoimentos3 de 6

Um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, acompanha os depoimentos

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNovaO foco, de acordo com Toffoli, que marcou os depoimentos, é entender as tratativas envolvendo a suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito ao BRB4 de 6

O foco, de acordo com Toffoli, que marcou os depoimentos, é entender as tratativas envolvendo a suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito ao BRB

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNovaA expectativa é que, após ouvir os três, a PF avalie a necessidade de uma acareação, procedimento que poderá ser realizado ainda nesta fase para confrontar versões apresentadas durante os depoimentos5 de 6

A expectativa é que, após ouvir os três, a PF avalie a necessidade de uma acareação, procedimento que poderá ser realizado ainda nesta fase para confrontar versões apresentadas durante os depoimentos

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNovaEmbora a acareação tenha sido inicialmente determinada por Toffoli, a decisão final sobre sua realização caberá à investigação policial6 de 6

Embora a acareação tenha sido inicialmente determinada por Toffoli, a decisão final sobre sua realização caberá à investigação policial

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

A expectativa é que, após ouvir os três, a PF avalie a necessidade de uma acareação, procedimento que poderá ser realizado ainda nesta fase para confrontar versões apresentadas durante os depoimentos. Embora a acareação tenha sido inicialmente determinada por Toffoli, a decisão final sobre sua realização caberá à investigação policial.

O inquérito tramita sob sigilo no Supremo desde o fim de novembro, após a Polícia Federal identificar elementos que indicariam a participação de autoridades com foro privilegiado.

A 10ª Vara Federal de Brasília determinou a prisão de Vorcaro, outros quatro executivos do banco e mais dois investigados, além do afastamento de Paulo Henrique Costa do BRB. Vorcaro acabou solto depois de 12 dias, após decisão da desembargadora federal Solange Salgado da Silva.

Em paralelo à investigação policial envolvendo os negócios do Master com o BRB, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial da instituição financeira.

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