Vídeo – Pivetta evita embate com Jayme: saída de Miranda é natural | RDNews – Eleito o melhor site de Mato Grosso

Rodinei Crescêncio/Rdnews

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) minimizou o pedido de exoneração de César Miranda, agora ex-chefe da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e evitou associar a saída a um movimento político do senador Jayme Campos (União Brasil) visando as eleições de 2026. A fala ocorreu na noite desta terça-feira (07), durante o primeiro dia de celebração do aniversário de Cuiabá, no Parque das Águas. 

Segundo Pivetta, César permaneceu no governo até segunda-feira (06) e destacou que Miranda teve uma participação relevante na gestão. “Um amigo que ajudou a gente na governança do Estado durante sete anos e três meses”, afirmou. 

O governador também confirmou que já nomeou a substituta para a Sedec, Mayran Beckman, que é contadora e atual presidente da Desenvolve MT. “Hoje eu nomeei a Mayran Beckman, que é uma técnica também extremamente competente para substituí-lo. E vida que segue. Já começou o jogo”, disse.

Movimentações políticas

A exoneração ocorre poucos dias após Pivetta assumir o comando do Palácio Paiaguás e em meio a movimentações políticas dentro do próprio grupo. Conforme publicado pelo , César Miranda, que é afilhado político de Jayme Campos, deixou o cargo após relatar falta de “ambiente político” para permanecer na pasta. 

Nos bastidores, Jayme também articula possível candidatura ao Executivo estadual, o que pode gerar disputa interna com o projeto de reeleição de Pivetta. O cenário se intensifica após a saída do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que deixou o cargo para disputar o Senado.

Questionado sobre declaração do ex-ministro Blairo Maggi, que sugeriu a manutenção de Jayme no grupo, Pivetta disse que tem buscado diálogo, mas reconheceu a possibilidade de ruptura.“Tenho procurado conversar com o senador Jayme. Respeito muito ele, o Júlio [Campos] né? Tem uma história muito densa na política mato-grossense. Eu tenho feito minha parte procurando conversar, mas política é assim”.

O governador sinalizou que, caso não haja composição, a decisão será transferida ao eleitorado. “O que não dá para compor, a gente vai conversar com o povo e lá na frente vai ser decidido de alguma maneira”.

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