Pivetta promete implementar mais escolas cívico-militares: Disciplina e fim da “baderna” | RDNews – Eleito o melhor site de Mato Grosso
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), prometeu ampliar o modelo cívico-militar nas escolas do estado, apontando como uma saída para o fim da baderna nas unidades estaduais de ensino, por meio da disciplina, hierarquia e respeito, que são inseridos por oficiais da reserva no ambiente escolar. A fala foi realizada nesta quinta-feira (9), durante o Jornal da Verde FM.
Ele destacou que, nos últimos anos, o estado chegou a 205 escolas neste modelo, de um total de 729. Assim, indicou que a sociedade tem se mostrado alinhada e que deseja mais dessa disciplina escolar, pontuando que acabou o “vale-tudo’ – em referência às brigas dentro das escolas: “Com o apoio da população, nós vamos transformando todas as nossas escolas em cívico-militar, porque o resultado que nós estamos tendo [é perceptíve]”.
“A missão da Flávia Emanuelle [nova secretária de Educação], entre outras muitas, é continuar fazendo essa transformação que muda na escola alguns aspectos que transformam a educação. Por muito tempo, a escola pública virou o lugar do ‘vale-tudo’ e a presença de oficiais aposentados, todos da reserva, tem levado para a escola, pela formação desses profissionais, disciplina, hierarquia, respeito. E onde tem disciplina, hierarquia, as crianças ou os jovens aprendem a obedecer a hierarquia, a respeitar a hierarquia. Tudo muda. É importante porque onde tem baderna, onde tem ‘vale-tudo’, é muito difícil fazer educação”, argumentou ele.
Na oportunidade, Pivetta também atacou o antigo modelo e criticou a resistência do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) em aceitar o novo modelo. “As escolas com os melhores desempenhos são essas escolas. E, portanto, é meta nossa, sempre ouvindo a comunidade escolar, ouvindo os pais. Todo mundo quer. Aqui em Cuiabá, mesmo, nós temos diversos exemplos em escolas tradicionais que tinham preconceito contra [principalmente por causa da questão pedagógica e resistência]. Principalmente do Sintep. Principalmente do sistema que destruiu a educação do Mato Grosso”, disparou.
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