Saiba o que pai de Henry alega para pedir anulação do júri de Monique

O pai do menino Henrique Borel, Leniel Borelpediu a anulação do julgamento de Monique Medeiros alegando que houve contradições no veredicto dos jurados.

Em recurso apresentado nesta segunda-feira (8/6), a assistência de acusação sustenta que o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade do crime, a autoria atribuída à mãe de Henry e rejeitou a tese de absolvição da defesa, mas acabou chegando a uma decisão incompatível com essas conclusões após a votação de outros quesitos.

Segundo o recurso, houve “vícios insanáveis” na formulação e na condução dos quesitos submetidos aos jurados – perguntas que o juiz faz aos jurados para que eles decidam, por votação secreta, os pontos centrais do caso –, o que teria comprometido a correta interpretação da vontade do Conselho de Sentença e levado à concessão do perdão judicial a Monique.

Cristiano Medina da Rocha e Leniel Borel concedem entrevista
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Cristiano Medina da Rocha e Leniel Borel concedem entrevista

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Leniel Borel, pai do menino Henry
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Leniel Borel, pai do menino Henry

Aline Massuca/Metrópoles

Henry Borel Medeiros com o pai, Leniel Borel de Almeida Júnior
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Henry Borel Medeiros com o pai, Leniel Borel de Almeida Júnior

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Leniel e Henrique Borel
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Leniel e Henrique Borel

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Henrique e Leniel Borel
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Henrique e Leniel Borel

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“Luto por justiça”, disse pai de Henry no 1º dia de julgamento
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“Luto por justiça”, disse pai de Henry no 1º dia de julgamento

Aline Massuca/Metrópoles

Leniel, pai biológico do menino Henry
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Leniel, pai biológico do menino Henry

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Leniel e Monique ficaram frente a frente no plenário do tribunal
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Leniel e Monique ficaram frente a frente no plenário do tribunal

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De acordo com o advogado Cristiano da Rocha Medina, que representa Leniel Borel, os jurados já haviam reconhecido a materialidade e a autoria atribuídas a Monique, além de rejeitarem a tese absolutória apresentada pela defesa.

“Os jurados já haviam reconhecido a materialidade e a autoria atribuídas a Monique, bem como rejeitado a tese absolutória apresentada pela defesa. Contudo, na sequência da votação, foram submetidos a novos quesitos cujas respostas se mostraram incompatíveis com as conclusões anteriormente alcançadas pelo próprio Conselho de Sentença, gerando contradição interna no veredicto e comprometendo a correta interpretação da vontade soberana dos jurados”, afirmou.

A assistência de acusação sustenta que a inconsistência na formulação dos quesitos impede a identificação clara da manifestação do Conselho de Sentença e, por isso, pede que o julgamento seja anulado e que um novo júri seja realizado.

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