Saiba quem são os pré-candidatos ao governo e ao Senado no Amazonas

As eleições gerais de outubro já movimentam partidos dos 26 estados e do Distrito Federal na construção de chapas para os governos estaduais e o Senado Federal. No Amazonas, já existem três pré-candidatos ao governo e seis ao Senado.

Os nomes serão oficializados nas convenções partidárias, que serão realizadas entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), No entanto, partidos e pré-candidatos já podem buscar recursos e divulgar propostas.

Neste ano, além de eleger presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, cada eleitor vai votar em dois candidatos ao Senado.

Leia abaixo os nomes cotados ao governo do Amazonas:

David Almeida, pré-candidato ao governo do Amazonas
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David Almeida, pré-candidato ao governo do Amazonas

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Omar Aziz, pré-candidato ao governo do Amazonas
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Omar Aziz, pré-candidato ao governo do Amazonas

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Maria do Carogo, pré-candidata ao governo do Amazonas
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Maria do Carogo, pré-candidata ao governo do Amazonas

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Leia abaixo os nomes cotados ao Senado:

Saiba quem são os pré-candidatos ao governo e ao Senado no Amazonas - destaque galeria

Eduardo Braga, pré-candidato ao Senado do Amazonas
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Eduardo Braga, pré-candidato ao Senado do Amazonas

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Marcelo Ramos, pré-candidato ao Senado do Amazonas
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Marcelo Ramos, pré-candidato ao Senado do Amazonas

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Capitão Alberto Neto, pré-candidato ao Senado do Amazonas
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Capitão Alberto Neto, pré-candidato ao Senado do Amazonas

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Plínio Valério, pré-candidato ao Senado do Amazonas
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Plínio Valério, pré-candidato ao Senado do Amazonas

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Marcos Rotta, pré-candidato ao Senado do Amazonas
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Marcos Rotta, pré-candidato ao Senado do Amazonas

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Wilson Lima, pré-candidato ao Senado de Alagoas
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Wilson Lima, pré-candidato ao Senado de Alagoas

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O que pré-candidatos podem fazer

Na fase da pré-campanha eleitoral, os cotados podem mencionar a possível candidatura, divulgar suas propostas em entrevistas, debates e também nas redes sociais, além de participar de eventos partidários fechados.

Também estão autorizados a pedir apoio político (sem pedido de voto), fazer viagens políticas pelo estado e participar de encontros com setores econômicos, sociais e com lideranças locais.

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