Entenda a nova treta entre Nikolas Ferreira e Eduardo Bolsonaro

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltaram a protagonizar um embate na tarde deste sábado (4/4). No X (antigo Twitter), o terceiro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que o mineiro se tornou uma “versão caricata de si mesmo”.

A troca de provocações começou após Nikolas comentar “kkk” em um vídeo.

Mais cedo, Eduardo compartilhou que integrantes do canal Space Liberdade, ligado à direita nas redes, não votariam no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de outubro.

Em seguida, Nikolas publicou um vídeo do mesmo canal em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirma que “o Pix é do Brasil”. Na legenda, disse que foi Bolsonaro quem “concretizou” a ferramenta no país e chamou o petista de “larápio”.

Eduardo então compartilhou um trecho de um vídeo que insinua que Nikolas costuma divulgar conteúdo de contas contrárias à candidatura de Flávio à Presidência.

Um usuário criticou a declaração de Eduardo e afirmou que o conteúdo deveria ser considerado por ser contra Lula e favorável a Bolsonaro. Nikolas respondeu ao comentário com “kkk”, o que desencadeou as críticas de Eduardo.

Eduardo respondeu Nikolas com um texto de 1655 caracteres. Na mensagem, o ex-deputado diz a Nikolas que “não há limites para seu desrespeito comigo e minha família” e que “os holofotes e a fama” fizeram mal ao deputado mineiro.

“Demorei muito para acreditar que você trabalhava o algoritmo das suas redes para dar visibilidade a quem deseja a morte de meu pai, a quem comemora a prisão dele e a todos os que odeiam a mim e a minha família. Foi com bastante tristeza que vi você trabalhar ativamente contra quem acreditou e apoio você, quando era um assessor desconhecido e com um sonho na mente”, escreveu.

Histórico de embates

Não é a primeira vez que os dois trocam farpas nas redes. Em fevereiro, Eduardo criticou o colega por supostamente não apoiar a possível candidatura presidencial de Flávio. Disse que ele demonstrava “amnésia” em relação ao bolsonarismo.

Em março de 2026, houve sinal de distensão. Eduardo publicou mensagens em defesa de Nikolas e negou ruptura, em tentativa de conter o desgaste público e reduzir a repercussão entre apoiadores.



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