Flávio Bolsonaro lamenta que não poderá ver jogo da Seleção com o pai
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na manhã deste sábado (13/6). O ex-mandatário cumpre prisão domiciliar no condomínio Solar de Brasília, onde reside na capital federal. Ele chegou por volta das 11h50.
Veja:
A visita durou cerca de uma hora e, após deixar o condomínio, o senador lamentou que não poderá ver o jogo do Brasil com o pai. Flávio afirmou ainda que o ex-presidente está apoiando a Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026.
“Não vou poder ver o jogo com ele, mas ele está na torcida pela Seleção”, afirmou o pré-candidato à Presidência.
Flávio também disse que o pai está bem e apresentou melhora após uso de medicamentos. Mais cedo, Carlos Bolsonaro visitou o pai e afirmou que ele estava “sonolento” após o uso de medicamentos “mais fortes” para tratar problemas de saúde que têm se agravado.
O presidenciável fez a visita acompanhado das filhas, que têm 12 e 14 anos, e da esposa, Fernanda Bolsonaro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador disse ainda que o ex-presidente ficou feliz em rever as netas:
“Mais um dia de visita ao meu pai, dessa vez com minha esposa e minhas filhas, que estavam com saudade do vovô. Está bem meu pai. Firme e forte como sempre, agradecendo todas as orações, orações e orações. Ficou feliz de receber as netinhas, tinha tempo que não as via“, declarou Flávio.
Prisão
A visita de Flávio Bolsonaro neste sábado foi autorizada em decisão do ministro Alexandre de Moraesdo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão determinou que fosse feita uma vistoria prévia, além da proibição do uso de celular durante o encontro familiar.
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em caráter humanitário desde 27 de março, após decisão de Moraes que levou em consideração questões médicas do ex-presidente. O ex-presidente cumpre 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
O regime domiciliar tem duração de 90 dias e o prazo da prisão domiciliar vence em 25 de junho. Depois disso, caberá ao ministro analisar se Bolsonaro retornará à Papudinha ou se a medida será prorrogada.
