INSS foi o primeiro a agir contra o Master, diz presidente na CPMI

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, afirmou nesta quinta-feira (5/2) que a instituição foi o primeiro órgão público a adotar medidas contra o Banco Master. Waller presta depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o esquema de fraudes na autarquia.

“O INSS tinha um acordo vigente desde 2020. Esse acordo findou em agosto. Em setembro, interrompemos o acordo de cooperação. Em outubro, não assinamos o termo de compromisso, notificando a instituição. Ou seja, o INSS, antes de ser avisado sobre qualquer situação do Master, foi o primeiro a ligar o alerta”, declarou o presidente do instituto.

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023
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O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023

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As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU)
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As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU)

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Presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG)
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Presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG)

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CPMI do INSS


Mais cedo, Waller afirmou que, após o surgimento de reclamações envolvendo o Banco Master, o INSS decidiu não renovar o acordo de cooperação técnica.

“O Master tinha um acordo de cooperação técnica assinado desde 2020, que vigora por cinco anos. Esse acordo de 2020 venceu em 18 de setembro. Nós verificamos a quantidade de reclamação dos nossos segurados, entendemos por bem não renovar o acordo de cooperação técnica”, declarou.

Segundo o presidente do instituto, há 324.849 contratos de consignado firmados com o Master. Desse total, 251 mil não têm comprovação e não foram inseridos na plataforma do INSS.

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