Margareth diz que não tem medo de ser testada nas urnas e quer Senado

Rodinei Crescêncio/Rdnews

A senadora Margareth Buzetti (PP) garante que não teme colocar o nome nas urnas como cabeça de chapa em um projeto ao Senado Federal e aposta que terá apoio dentro da Federação entre PP e o União Brasil, que lançará o governador Mauro Mendes, como um dos candidatos do arco. Neste ano, duas cadeiras estarão em disputa.
Atualmente, Margareth ocupa o cargo do titular, ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), que está licenciado. Em entrevista à imprensa, ela frisa que tem serviço prestado no Senado, com leis voltadas ao combate e penalização de feminicidas e que caberá à população fazer uma análise dos nomes que estão à disposição. Por isso, rechaçou a possibilidade de disputar a deputada federal pelo PP, diante de questionamentos nos bastidores quanto à falta de musculatura política para ser cabeça de chapa.
“Eu me coloquei como candidata ao Senado e meu partido me apoiou. E aí vamos ver se é possível ou não dentro da federação. E é isso, quem escolhe e é o povo. Eu não tenho problema de ser testada, tenho muitos candidatos fortes [como adversários]. Eu não faço uso do cargo político para fazer campanha, como quase todos fazem. Mas é isso, eu nunca vou fazer besteira por causa de política”.
A parlamentar argumenta que tem uma vida próspera como empresária e não depedende da política para sobreviver, caso não tenha seu projeto avalizado pelo grupo. Contudo, entende que pode contribuir com leis no Congresso. “Eu não vivo da política, eu venho da iniciativa privada e vou continuar sendo da iniciativa privada. Mas eu acho que eu consegui fazer um bom trabalho lá. São quatro leis muito importantes e significativas. E aí é testar o nome, ver se a população quer ou não”, reforça.
A Federação pode acabar coligando com outro partido e inviabilizar o projeto da parlamentar. O PP, por sua vez, tem defendido que o nome dela está na mesa. O governador Mauro chegou a ser cotado no arco de alianças do PL, para formar dobradinha com o federal José Medeiros, situação que afetaria Margareth. Articulação, entretanto esfriou.
A tendência é que o debate comece a se afunilar após o fechamento janela partidária em 4 de abril. No dia 31, Mauro deve renunciar ao cargo de governador e oficializar sua pré-campanha ao Senado. Com isso, Otaviano Pivetta assumirá em definitivo o comando do Palácio Paiaguás. TABULEIRO POLÍTICO Margareth diz que não tem medo de ser testada nas urnas e quer Senado Margareth diz que não tem medo de ser testada nas urnas e quer Senado Primeira suplente, ela atua no lugar do titular Carlos Fávaro que é ministro da Agricultura

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