Max banca apoio a Ildes e critica intromissão do Alencastro na Câmara de Cuiabá; veja vídeo | Rdnews – melhor portal de notícias de Mato Grosso

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), saiu em defesa do afilhado político, vereador Ilde Taques, que figura como candidato à presidente da Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá, tecendo críticas ao que aponta como tentativa de intromissão do prefeito Abilio Brunini (PL) no processo eleitoral. O Podemos contém seis vereadores na Capital, sendo a maior bancada, o que aumenta ainda mais o interesse pelas rédeas do comando do Parlamento.

Na semana passada, Abilio voltou a defender sua correligionária, a vereadora Paula Calil, como nome natural para reeleição, contudo, teria que fazer uma alteração regimental para recondução seguida na mesma legislatura. Além disso, alegou que tentaria demover Ilde e seu líder na Câmara, Dilemário Alencar (União Brasil), da ideia de uma candidatura, para assegurar que Paula fosse reeleita. Deste modo, Max questionou a postura de Abilio, que anteriormente, rechaçava qualquer ingerência sobre outro poder. 

“Eu acho que a ingerência é muito ruim. A Paula tem feito um grande mandato, diga-se em passagem, mas, pelo que eu escuto, nem a Paula mesmo tem interesse nesse projeto. É um projeto que tem que mudar o regimento da Câmara. Não é possível isso. Nunca teve reeleição na Câmara dos Vereadores [na mesma legislatura], então tem que fazer toda uma manobra”, comentou.

Ilde e Dilemário rejeitam qualquer possibilidade recuo. Do lado do Podemos, o projeto ventila com suposto apoio de 17 nomes ao projeto para a eleição que ocorre em agosto. Na percepção de Max, Abilio teria que fazer uma megaoperação para conseguir emplacar Paula novamente, embora entenda ser impossível.

“Essa manobra é difícil para o Poder Executivo e vai ter que fazer concessões. Eu não sei o tamanho, porque o Abílio pregou na campanha que não faria isso. Se mudou de ideia nesse momento e quer trabalhar dessa forma, eu não quero entrar nesse mérito. É uma prerrogativa dele. Não acho correto, se eu fosse prefeito [não faria]”, completou.

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