Ministro da Justiça diz que não há dúvidas sobre suicídio de “Sicário”

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Cesar Lima, afirmou nesta terça-feira (9/6) que Luiz Philip Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como aliado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, de fato tirou a própria vida enquanto estava preso sob custódia da Polícia Federal (PF).

A declaração foi feita durante audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Segundo o ministro, as investigações e os laudos periciais não deixaram dúvidas sobre a causa da morte.

“Não houve a menor dúvida da natureza do evento com base em perícias. Não assisti ao vídeo, mas oficiais disseram que era inequívoco. A PF apurou com todo rigor”, afirmou.

Confira:



Relembre a morte de Sicário


Luiz Phillipi, o Sicário
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Luiz Phillipi, o Sicário

Reprodução/Web

Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master
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Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master

Reprodução/Redes sociais

Ministro da Justiça diz que não há dúvidas sobre suicídio de “Sicário” - imagem 3
Ministro da Justiça diz que não há dúvidas sobre suicídio de “Sicário” - imagem 4
4 de 4Arte sobre foto de divulgação

Durante a audiência desta terça, o ministro da Justiça afirmou que há detalhes do caso que permanecem sob sigilo, mas indicou que essas informações poderão ser divulgadas futuramente.

Embora não tenha sido formalmente acusado de homicídios, Mourão já era conhecido das forças de segurança por antecedentes relacionados a crimes como estelionato, receptação, uso de documento falso e ameaça.

Questionamentos sobre prisão de Ramagem

Wellington Cesar Lima também foi questionado por parlamentares da oposição sobre a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), realizada em abril deste ano na Flórida, nos Estados Unidos, por agentes do serviço de imigração norte-americano.

Condenado por tentativa de golpe de Estado e considerado foragido da Justiça brasileira, Ramagem foi alvo de uma ação das autoridades americanas. O ministro negou que o governo brasileiro tenha solicitado ou articulado a prisão junto aos EUA.

Segundo ele, houve apenas uma troca informal de informações entre agentes do serviço de imigração dos EUA (ICE) e um oficial de ligação brasileiro.

“Teria ocorrido uma comunicação ao nível da cooperação policial, uma comunicação informal entre diálogos entre os agentes da ICE e o oficial de ligação, que teriam trocado informações sobre o cidadão brasileiro que acabou sendo alcançado pela providência”, explicou.

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