MPF está preocupado com influência de facções nas eleições

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou, nesta semana, que uma das maiores preocupações do Ministério Público Federal (MPF) é a influência das facções criminosas na campanha eleitoral de 2026.

Em encontro com procuradores regionais eleitorais, que vão fiscalizar o cumprimento das regras eleitorais em todo o país, o PGR pediu a atuação firme e neutra para conter abusos e pressões de grupos criminosos que possam comprometer a liberdade de escolha do eleitor.

“Temos de trabalhar para que o eleitor possa formar a opinião de forma livre, sem pressões econômicas, psicológicas ou políticas”, afirmou Gonet nessa segunda-feira (6/4).

Nas últimas eleições municipais, o MP Eleitoral barrou na Justiça o registro de candidatos a vereador envolvidos com grupos criminosos.

Para o pleito deste ano, a Procuradoria-Geral Eleitoral criou um grupo de trabalho para prestar apoio e segurança aos promotores e procuradores que cuidarão da temática.

“Precisamos estar atentos aos indícios e dedicar todos os nossos esforços para enfrentar qualquer tentativa de infiltração do crime organizado no processo eleitoral”, reforçou o PGR.

PGR está preocupado com influência de facções no processo eleitoral
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PGR está preocupado com influência de facções no processo eleitoral

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

Paulo Gonet também é chefe do MPE
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Paulo Gonet também é chefe do MPE

Igo Estrela/Metrópoles

Primeiro turno está marcado para 4 de outubro
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Primeiro turno está marcado para 4 de outubro

Hugo Barreto/Metrópoles

Gonet: MPF está preocupado com influência de facções nas eleições - imagem 4
4 de 4BRENO ESAKI/METRÓPOLES

Ó combate à violência política contra a mulher e à desinformação também estão entre as prioridades listadas por Gonet. Como chefe do MPF, ele atua como procurador-geral eleitoral.

O encontro reúne, em Brasília, cerca de 30 procuradores e procuradoras do Ministério Público Eleitoral. Eles debatem questões relacionadas a registro de candidatura, fraude à cota de gênero, violência política, desinformação, abuso de poder e prestação de contas.

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