Perfume íntimo faz mal? Ginecologista esclarece os riscos do uso
Nos últimos tempos, o mercado de cosméticos lançou diversos produtos focados no aroma da região genital. Promessas de frescor e cheiro de flores atraem muitas mulheres curiosas. No entanto, o que parece ser um cuidado de beleza pode se tornar um problema médico.
A região íntima possui um equilíbrio químico muito delicado e sensível. De acordo com a ginecologista Débora Maranhão, o uso desses produtos exige muita cautela. Entenda por que fragrâncias artificiais podem causar desconfortos e até doenças.
O pH e a flora vaginal em risco
A vagina possui um ecossistema natural composto por bactérias “do bem” chamadas lactobacilos. Essas bactérias mantêm o pH levemente ácido para proteger o corpo contra infecções.
O uso de perfumes e sprays altera essa barreira natural de proteção biológica. Quando o pH é modificado, fungos e bactérias nocivas encontram o ambiente ideal para crescer.
Débora explica que o perfume pode alterar a flora vaginal, facilitando o surgimento de corrimentos e candidíase. Ou seja, o corpo perde sua capacidade natural de se defender de agentes externos.
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